Mostra de filmes ao ar livre no Instituto Tomie Ohtake

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Neste sábado, 31/10, às 19h30, acontece mais uma sessão da Mostra de Filmes ao ar livre no Instituto Tomie Ohtake com os filmes: “Certas Dúvidas de William Kentridge” e “Domingo”.

As primeiras 30 pessoas que chegarem para a Mostra ganham uma cortesia para visitar a exposição “Frida Kahlo – conexões entre mulheres surrealistas no México”. Para garantir a sua, é só se apresentar na recepção do Instituto a partir das 18h30.

Ao final das exibições, o grupo de estudos com foco em arte e tecnologia coordenado por Lucas Bambozzi e Fernando Velázquez, “O MOLA”, apresenta um programa de vídeos de um minuto realizados por seus integrantes com base nas discussões semanais que acontecem na Escola Entrópica, do Instituto Tomie Ohtake. Após a projeção dos vídeos, os integrantes do grupo realizam uma performance audiovisual em tempo real.

MOLA em 2015 é formado por Bianca Turner, Fábia Karklin, Felipe Drummond, Fernanda Frazão, Fernando Timba, Herbert Baioco, Henrique Godinho, Isolda Libório, Roberta Calza, Simon Fernandes e Vic Von Poser. As performances finais serão conduzidas por Fernando Timba, Herbert Baioco e Vic Von Poser.

Sábado 31/10/2015, na área externa do Instituto Tomie Ohtake, com entrada gratuita.

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Instagram em foco: #FridaKahlo #InstitutoTomieOhtake

Na série de posts “Via Instagram”, selecionamos uma #hashtag que destaque os assuntos do momento no cenário internacional das artes.

Hoje, as escolhidas são #FridaKahlo e #InstitutoTomieOhtake. A exposição “Frida Kahlo: conexões entre mulheres surrealistas no México” abriu as portas no Instituto Tomie Ohtake em 27 de setembro e promete atrair milhares de visitantes.

A exposição revela uma intrincada rede que se formou no México, no início do século passado, tendo como eixo fundamental a figura de Frida Kahlo. A mostra conta com cerca de 100 obras de 16 artistas mulheres, nascidas ou radicadas no México e fica em cartaz até 10 de janeiro.

Entre as obras, 20 são telas de Frida, mostradas pela primeira vez no Brasil. Um número bastante significativo, já que a pintora produziu apenas 143 telas em sua carreira.

Confira algumas imagens selecionadas do Instagram:

#frida #institutotomieohtake #tomieohtake #art #artes #artistic

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Via Instagram: #MiroSP #InstitutoTomieOhtake

Na série de posts “Via Instagram”, selecionamos uma #hashtag que destaque os assuntos do momento no cenário internacional das artes.

Hoje, as escolhidas são #MiroSP e #InstitutoTomieOhtake, para ilustrar a mais nova megaexposição em cartaz na cidade de São Paulo: “Joan Miró: a força da matéria”. A exposição abriu suas portas no Instituto Tomie Ohtake no último domingo e fica em cartaz até 16 de agosto, oferecendo aos visitantes a maior exposição dedicada ao artista no Brasil. São 112 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e objetos, além de fotografias que documentam a trajetória do pintor catalão.

Confira as imagens:

#saopaulo #institutotomieohtake #joanmiro

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#saopaulo #institutotomieohtake #joanmiro

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Folha de S. Paulo destaca cinco exposições da cidade de São Paulo para ficar de olho em 2015

Grande mostra do mestre do abstracionismo Wassily Kandinsky estará no CCBB-SP

Os repórteres do caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo, elegeram cinco destaques de cada área de cultura para 2015. Confira os selecionados na categoria das Artes Visuais:

Marina Abramovic, no SESC Pompeia / SESC Belenzinho
A performer sérvia acaba de sair de cartaz em Londres, com uma ação carregada de drama. São Paulo será sua próxima parada
De 10 de março a 10 de maio

Joan Miró, no Instituto Tomie Ohtake
Depois de receber Yayoi Kusama e Salvador Dali, o centro cultural planeja sua próxima mostra blockbuster, com mais de cem obras do surrealista espanhol
a partir de 20 de maio

Piero Manzoni, no MAM
Um dos nomes mais polêmicos do século XX, o italiano terá sua primeira grande retrospectiva no Brasil
De 7 de abril a 31 de junho

Wassily Kandinsky, no CCBB
Mestre da arte abstrata, o russo terá sua maior mostra já realizada no país. Depois de percorrer Brasília e Rio de Janeiro, a mostra passa por São Paulo e encerra a itinerância em Belo Horizonte
18 de abril e 29 de junho

Frida Kahlo, no Instituto Tomie Ohtake
O segundo semestre chega acompanhado dos quadros da controversa artista mexicana Frida Kahlo.
Segundo semestre de 2015 (datas a confirmar)

Confira na íntegra, no site da Folha de S. Paulo 

GALERIA HEBRAICA | MONICA GALANO | “EXPOSIÇÃO IMPERMANÊNCIA ”

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Entra em cena mais uma exposição de pintura diferenciada na GALERIA HEBRAICA, com os trabalhos da artista MONICA GALANO a “EXPOSIÇÃO IMPERMANÊNCIA ”, que acontece de 08 de Novembro  a 12 de Dezembro ..

– A mostra conta com 15  obras da Terapeuta e artista plástica nascida em   Buenos Aires-  Argentina , naturalizada brasileira, que tem em seu currículo, estudos realizados no Brasil desde 2007 com Fernando Vilela , Marina Saleme, Debora Paiva, Kamori. Participação de Coletivas no Instituto Tomie Ohtake Em 2007, 2008, 2009  e   exposição individual Espaço Collegio das artes. 03 a 30 de julho de 2012

Sobre as obras.

As obras da artista Monica Galano refletem a impermanência da vida. Transitam entre o abstracionismo e o figurativo . Entre o fundo, onde a cor e a gestualidade espontânea esconde e,  ao mesmo tempo revela paisagens interiores da figura em destaque . É necessário ver novamente para redescobrir pois, sempre algo escondido aparece e desaparece ao olhar. Nesta atenção e tensão do olhar do observador é que vão se desnudando as narrativas perfiladas que rodeiam  e se entrelaçam  com as figuras  quase etéreas , mas com um sopro de vida. O contexto legisla desde o interior até a superfície da tela .

Se a cor é uma forma de expressão, a textura intrincada e enramada representa a complexidade da memória. O preto e o ouro como a luz e a sombra se encontram para destacar, diferenciar e aproximar os opostos, aonde  um se serve do outro para serem vistos e reencontrados diferentemente  a cada olhar. A raspagem, o esfolamento da tela é a vida no seu trabalho de formação e deformação dos seres.

Segundo Monica, a sugestão do artista encontra na mente do outro o diálogo numa co-participação comunicativa entre o espectador e a obra.

E-magazine #276 – Paris e os Amantes da Arte | Dali no Instituto Tomie Ohtake | Bienal Veneza

– Paris oferece semana agitada para os amantes da arte;
– Exposição de Dali abre no Instituto Tomie Ohtake com mais de 4300 visitantes;
– Bienal de Veneza revela tema e outros detalhes de sua próxima edição;

E mais: notícias da semana, agenda de exposições no Brasil e no Mundo, calendário de feiras internacionais e leilões de arte, além da seção “Em cartaz”, com as principais mostras em cartaz. Para ler na íntegra, clique aqui.

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SALVADOR DALÍ NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE – DIA 18 DE OUTUBRO, DAS 11H ÀS 15H

O Instituto Tomie Ohtake, responsável pela organização da maior retrospectiva de Salvador Dalí (1904-1989) já feita no país, traz agora a mostra para a sua sede. Salvador Dalí, em São Paulo, apresenta, no entanto, algumas novidades em relação à temporada carioca: além dos trabalhos já apresentados no Rio de Janeiro, compõem a mostra paulista cinco novas obras provenientes da Fundação Gala-Salvador Dalí e outras duas do Museu Reina Sofia, instituições detentoras de 90% dos trabalhos expostos. As obras que foram incluídas substituem alguns dos trabalhos da coleção do Museu Salvador Dalí, da Flórida (EUA).

Dentre essas sete obras do mestre do surrealismo que estarão exclusivamente em cartaz no Instituto Tomie Ohtake está o valioso e pequeno óleo sobre madeira “O espectro do sex-appeal” (1934). Do tamanho de meia folha de papel, atribui-se à pequena pintura a forma como Dalí plasmou, de modo concreto, o temor pela sexualidade. “Desnudo” (1924), que pertenceu a Federico García Lorca, “Homem com a cabeça cheia de nuvens” (1936), de profunda carga simbólica, com referência explícita a René Magritte e “O piano surrealista” (1937), fruto de sua colaboração com os Irmãos Marx, estão também entre os trabalhos incluídos.

Acompanha a exposição no Instituto Tomie Ohtake um catálogo especial, que aborda a totalidade das peças então apresentadas – 218, assim como sua recepção crítica entre escritores e especialistas de grande renome, como Eliane Robert Moraes, Paulo Miyada, Veronica Stigger.

A retrospectiva de Dalí, com curadoria de Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Dalí, foi organizada para convidar o público a mergulhar por um universo onírico, simbólico e fantasioso. O conjunto de peças é formado por 24 pinturas, 135 trabalhos entre desenhos e gravuras, 40 documentos, 15 fotografias e quatro filmes. O espectador terá contato com a produção de Dalí desde os anos 1920 até seus últimos trabalhos, proporcionando ao visitante uma clara percepção de sua evolução, não só técnica, mas de suas influências, recursos temáticos, referências ideológicas e simbolismos.

Será possível ver as telas do período de sua formação como pintor – além de “Desnudo”, já citado, “Retrato de meu pai e casa de Es Llaner”, de 1920, “Retrato de minha irmã”, de 1925, e “Autorretrato cubista”, de 1926. Tais pinturas, além de marcarem o início da pesquisa de Dalí, também dão mostras de sua vasta e instigante produção de retratos, que, em suas diferentes interpretações e abordagens, acompanham a metamorfose de um trabalho marcado pelo questionamento sobre a realidade.

 A fase surrealista, que deu fama mundial ao catalão, será retratada em telas que apresentam seu método paranóico-crítico de representação, com obras muito significativas como “O Sentimento de Velocidade”, (1931), “Monumento imperial à mulher-menina” (1929), “Figura e drapeado em uma paisagem” (1935) e “Paisagem pagã média” (1937).

O público também poderá conferir a contribuição de Dalí para a sétima arte. Os filmes O cão andaluz (1929) e A idade do ouro (1930), codirigidos por Salvador Dalí e Luís Buñel, e Quando fala o coração (1945), de Alfred Hitchcock, cujas cenas do sonho foram desenhadas pelo artista, serão exibidos dentro do espaço expositivo, apresentando um pouco mais da diversidade e da linguagem adotada pelo artista. Além disso, duas mostras de cinema acontecem em paralelo à exposição: a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro, que exibirá os filmes O cão andaluz (1929) e A idade do ouro (1930), em suas versões integrais, e o Museu da Imagem e do Som (MIS) organizará a mostra Surrealismo no Cinema, entre os dias 16 e 21 de dezembro (a programação poderá ser consultada pelo site www.mis-sp.org.br, mais próximo à data da mostra).

O acervo, por sua vez, apresenta documentos e livros da biblioteca particular de Dalí, provenientes do arquivo do Centro de Estudos Dalinianos, que dialogam com as pinturas proporcionando ao visitante uma viagem biográfica e artística pela carreira do pintor. É o caso dos títulos Imaculada Conceição (1930), de André Breton e Paul Eluard, e Onan (1934), de Georges Hugnet. As raridades tiveram seus frontispícios assinados por Salvador Dalí e retratam as bases do surrealismo na literatura.

 O conjunto conta ainda com as ilustrações feitas para os clássicos da literatura mundial, como Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, e Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol. Merecem destaque os desenhos que ilustram o livro Cantos de Maldoror (1869), de Isidore Lucien Ducasse (mais conhecido como Conde de Lautréamont), autor de grande referência entre os jovens surrealistas. É possível reconhecer nesses desenhos, por exemplo, as muitas figuras recorrentes na obra de Dalí, como objetos cortantes, muletas, corpos mutilados etc. Eliane Robert Moraes, em texto que acompanha o catálogo da exposição, diz que, movidos por uma crescente revolta pós-guerra, esses artistas “viram na violência poética de Ducasse uma alternativa para seus dilemas estéticos e existenciais”.

 “Queremos mostrar o Dalí surrealista, mas também aquele que se antecipa ao seu tempo, que é audacioso, que defende a liberdade de imaginação do artista em sua própria criação. Ao mesmo tempo, a mostra passeia pela trajetória artística e pessoal de Salvador Dalí”, explica Montse Aguer, curadora da exposição. “Após a visita, todos entenderão sua importância como artista, não só no surrealismo, mas na história da arte. Isso significa uma importante ligação com a arte contemporânea, enquanto Dalí parte de uma profunda compreensão e respeito pela tradição”, conclui.

Para trazer o acervo ao Brasil, o Instituto Tomie Ohtake participou de uma longa negociação com os museus envolvidos. “Foram cinco anos de muitas tentativas e conversas com os detentores das grandes coleções de Dalí, para se concretizar as exposições do artista no Brasil, pela primeira vez com pinturas, e com maior concentração na fase surrealista”, revela Ricardo Ohtake, presidente da instituição.

Segundo Ohtake, o Instituto tem se destacado por realizar uma programação múltipla e independente, possível graças ao apoio de empresas que acreditam no poder da cultura e da arte na formação do país. “São parcerias que construímos em cada projeto” afirma. No caso da exposição de Dalí, foi fundamental o patrocínio em São Paulo, da Arteris, do IRB Brasil RE e da Vivo, o co-patrocínio da Atento e do Banco do Brasil e o apoio da BrasilCap, BrasilPrev, dos Correios, do Grupo Segurador BB Mapfre e da Prosegur.

INSTITUTO TOMIE OHTAKE APRESENTA – DESIGN DINAMARQUÊS – MESTRES E ÍCONES – DIA 20 DE AGOSTO, ÀS 20H

Mestres e Ícones inaugura uma parceria entre o Instituto Tomie Ohtake, a Agência Dinamarquesa para a Cultura e o Museu de Design da Dinamarca, que prevê uma série de exposições de designers dinamarqueses no Brasil e de brasileiros no país escandinavo.

Esta primeira mostra no Instituto Tomie Ohtake traz a proeminência do design dinamarquês construída no século XX até os dias de hoje, por meio de 50 peças – objetos e mobiliário. A exposição destaca principalmente cadeiras, por sublinhar o modernismo orgânico, adotado pelo país e que tornou o seu design especialmente original, diferente da rigidez racionalista praticada pela escola alemã.

A peça mais antiga da exposição é a luminária PH de 1926, do designer Poul Henningsen, também editor da revista Kritisk Revy (1926/28/29), crítica do formalismo técnico e estético do avant garde internacional ao qual chama de “modernistas tristes”.    Da conhecida era do ouro, os anos 50 e 60, a mostra reúne criações dos excelentes mestres que se destacaram internacionalmente, como: Finn Juhl, Hans Wegner e Arne Jacobsen e a ourivesaria de prata do fabricante Georg Jensen. Na década de 50, foi criado pelos dinamarqueses o sistema Lego, que está presente na exposição com peças daquela década e atuais. Entre os trabalhos dos anos 80 e 90 destacam-se as dos designers Jorgen Rasmussen, Verner Panton e Nanna Ditzel, enquanto do século XXI, as obras de Morten Voss, Louise Campbell, Foersom&Hiort-Lorenzen  e Christian Flindt sinalizam a continuidade da histórica excelência.

Neste pequeno, porém abrangente panorama do design dinamarquês, o curador Lars Dybdahl, do Museu de Design da Dinamarca, apresenta dez reflexões acerca da identidade desta produção. Esses pontos estão todos em jogo nos 50 objetos desta exposição, em termos de significado e uso.

1/O encontro com o novo que veio de fora – moderação no diálogo com o estrangeiro
2/Construir pontes – ”preservar a continuidade do desenvolvimento”
3/Habitabilidade – criação da atmosfera (nórdica)
4/Ferramenta estética, simplicidade e detalhes
5/Artesanato (artístico) como fonte de inovação para o design industrial
6/Valor simbólico e associativo
7/O perfil empático e social – foco no usuário
8/A postura antiautoritária – Ascensão para todos
9/O imperativo orgânico – sustentabilidade
10/O novo temperamento – design dinamarquês no contexto global

E-magazine #247 – SP-Arte | Relatório TEFAF | Raquel Arnaud


– São Paulo se prepara para receber a SP-Arte;
– Especial: TEFAF publica relatório anual sobre o mercado da arte;
– Raquel Arnaud é homenageada no Instituto Tomie Ohtake pelos 40 anos de trabalho dedicado à arte

E mais: notícias da semana, agenda de exposições no Brasil e no Mundo, calendário de feiras internacionais e leilões de arte, além da seção “Em cartaz”, com as principais mostras em cartaz. Para ler na íntegra, clique aqui.

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