Arte e Investimento | Notícias | Touch of Class #342

novo-topo– Pinacoteca comemora seus 110 anos com programação especial no dia 25 de janeiro
– Sotheby’s e Phillips anunciam os destaques de seus leilões de arte contemporânea em Londres;
– Quais os artistas mais presentes nas coleções de museus privados do mundo?

E mais: notícias da semana, agenda de exposições no Brasil e no Mundo, calendário de feiras internacionais e leilões de arte, além da seção “Em cartaz”, com as principais mostras em cartaz. Para ler na íntegra, clique aqui.

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Obras recentes de José Resende na Pinacoteca de Sao Paulo

José Resende, Sem Título, 2011

A Pinacoteca do Estado de São Paulo abriu, no último sábado, a exposição “José Resende”, com 12 obras inéditas do artista, criadas entre 2011 e 2015. Oito delas foram pensadas para o espaço e a arquitetura da Pinacoteca.

José Resende é um dos mais importantes artistas brasileiros, fundador do Grupo Rex (em 1966), ao lado de nomes como Geraldo de Barros e Wesley Duke Lee. Também participou da Bienal de Paris em 1980, da Bienal de Veneza em 1988, da Bienal de Sidney em 1998 e de diversas edições da Bienal de São Paulo. Em 2015, Resende comemora 70 anos de idade e 50 de carreira.

“Os materiais utilizados por José Resende em suas obras estão relacionados, em geral, com a arquitetura e a visualidade urbana. Prevalecem os materiais da construção civil, encontrados em edifícios e no mobiliário urbano, como aço, vergalhões, madeira, pedras, isso desde a década de 1970. O próprio artista diz que esta reunião de trabalhos, constituída apenas de peças recentes, é uma retrospectiva de sua trajetória. Mas essa afirmação, ao mesmo tempo que aponta para o andamento cumulativo da obra de José Resende, faz uma referência divertida a operações como a de retomar a forma de sua Vênus, apresentada, por exemplo, na 9ª Documenta de Kassel, em 1992”, afirma José Augusto Ribeiro, da equipe de curadores da Pinacoteca.

A exposição permanece na Pinacoteca até 14 de junho.

Com informações da Pinacoteca do Estado de São Paulo e Glamurama

Mosaico Touch of Class: Pompidou em Málaga, Yoshitomo Nara em Hong Kong, recorde de visitação na Pinacoteca e mais…

A exposição de Ron Mueck bateu recorde de visitação em sua temporada na Pinacoteca

Toda semana, a Touch of Class publica um apanhado das notícias que circularam pelo mundo das artes. Mantenha-se informado!

Pompidou de Málaga abrirá em menos de um mês: a sucursal do Pompidou na Espanha abrirá suas portas em um mês e abrigará 93 peças da coleção original do museu francês. Ocupando 6.300 metros quadrados, o museu de Málaga ainda vai contar com um auditório com capacidade para 128 pessoas. #Pompidou #PompidouMálaga

Individual de Yoshitomo Nara em Hong Kong: Está é a primeira vez que o artista japonês apresenta uma exposição individual em Hong Kong. A mostra “Life Is Only One!” é uma jornada pela interpretação aberta de Nara sobre a vida, através de uma seleção de pinturas, desenhos, fotografias, esculturas e multimídia que cobrem boa parte de sua produção das duas últimas décadas. De 6 de março a 26 de julho na Chantal Miller Gallery. #YoshitomoNara #ChantalMiller #HongKong #contemporaryart #japaneseart

SP-Arte Brasília 2015 adiada: A segunda edição da feira foi adiada para 2016. A tenda provisória onde o evento aconteceu no ano passado foi desmontada, o que inviabilizou a realização da feira em 2015. A feira principal, SP-Arte, acontece em São Paulo entre os dias 9 e 12 de Abril; a SP-Arte Foto também está confirmada e acontece entre 20 e 23 de agosto no Shopping JK Iguatemi.  #SParte #SParteBrasilia #SPartefoto #artecontemporânea #pavilhaodabienal

Ron Mueck bate recorde de visitação da Pinacoteca: Encerrada no último dia 22, a exposição do artista australiano vai deixar sua marca na história da Pinacoteca de São Paulo. A exposição atraiu 402.119 visitantes, ultrapassando o público de “August Rodin – Porta do Inferno”, de 2001, que ultrapassou 300 mil. Com curadoria de Hervé Chandès e Grazia Quaroni, a exposição era composta por nove esculturas e um vídeo sobre o processo de produção do artista e atraiu multidões desde a sua abertura. O tempo médio de espera na fila era de duas horas.  #pinacotecasp #pinacoteca #ronmuecknapina

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Colecionadores e instituições doam obras a museus de São Paulo durante a SP-Arte

Obras de Bartolomeo Gelpi (representado pela Central Galeria de Arte) foram doadas à Pinacoteca do Estado de São Paulo

Assim como nas edições anteriores da SP-Arte, feira internacional de arte que se encerrou no último domingo, colecionadores e instituições privadas fizeram doações de obras do evento a museus de São Paulo.

Um dos beneficiados deste ano foi o Museu de Arte contemporânea da Universidade de São Paulo, que recebeu uma obra de Arthur Barrio, doada por Carlos Jereissati Filho. O empresário fez outras doações à Pinacoteca do Estado. Entre os trabalhos que serão entregues ao museu estão a maquete de uma instalação do artista Nicolás Robbio, um vídeo de Wagner Malta Tavares e algumas obras de Bartolomeu Gelpi.

A colecionadora Cleusa Garfinkel doou para o Museu de Arte Moderna de São Paulo uma obra do artista Ubi Bava. O trabalho faz parte da série “Homenagem ao Espectador” e foi escolhido por Felipe Chaimovich, curador do MAM. Este é o quinto ano consecutivo que Cleusa faz doações ao museu.

O Banco Espírito Santo também adquiriu obras durante a SP-Arte e fez doações para a Pinacoteca do Estado. Entre os trabalhos doados estão uma foto do Conjunto Nacional, do artista Marlon Azambuja e uma obra do artista Luis Braga.

Com informações da SP-Arte

Pinacoteca leva arte à Estação Luz do metrô paulista

Tarsila do Amaral, Antropofagia, 1929. Óleo sobre tela, 126 x 142 cm

Quem passar pela Estação Luz do metrô e CPTM em São Paulo até janeiro de 2014 vai se deparar com 17 reproduções em alta qualidade de obras do acervo da Pinacoteca de São Paulo.

Na área da Estação Luz do Metrô serão apresentadas dez reproduções que integram a mostra recém-inaugurada “Arte no Brasil: uma história do Modernismo”, em cartaz na Estação Pinacoteca. Entre as obras selecionadas estão pinturas de Tarsila do Amaral (“São Paulo”, 1924; “Carnaval em Madureira”, 1924; “Distância”, 1928; e “Antropofagia”, 1929), Lasar Segall (“Bananal”, 1927) e Portinari (“Mestiço”, 1934).

Já na área da CPTM, no corredor de acesso ao prédio da Pinacoteca, estarão sete reproduções de obras em cartaz na mostra “Arte no Brasil: Uma história na Pinacoteca de São Paulo”. Entre as reproduções exibidas estão obras de Almeida Junior (“Cena de Família de Adolfo Augusto Pinto”, 1891; “Leitura”, 1892; “Amolação Interrompida”, 1893; e “O Violeiro”, 1899) e Anita Malfatti (“Tropical”, 1916), entre outros.

A ação é uma parceria do museu como Metrô e a CPTM e tem como objetivo estimular a visita à Pinacoteca e à Estação Pinacoteca. A Pinacoteca e Estação Pinacoteca têm ingresso combinado que sai por R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). A entrada é gratuita nas quintas, sábados e domingos.

Com informações do UOL, Revista Espaço Aberto e Arte na Linha

Na Pinacoteca, apenas dois dias para ver as “Lápides” de Alex Flemming – 26 e 27 de maio

Artista evoca Narciso e faz reflexão sobre vida e tecnologia, em obra
que ficará em exposição em apenas duas datas: 26 e 27 de maio

Alex Flemming está de volta ao Brasil em maio. O artista, radicado em Berlim, traz a São Paulo a série inédita “Lápides”, que fica em exposição nos dias 26 e 27 de maio, na Pinacoteca do Estado. No sábado, dia 26, ele acompanha a abertura da obra ao público no museu e também o lançamento do livro “Alex Flemming”, sobre seu trabalho, assinado pela crítica Angélica de Moraes e editado pela Cosac Naify.

“Lápides” é uma nova série de pinturas sobre superfícies não-tradicionais que o artista realiza atualmente sobre notebooks. Flemming pediu para vários de seus amigos os computadores utilizados por eles e que já não mais estavam em uso, pintou-os com grossas camadas de tinta acrílica monocromáticas, e escreveu na tela o nome de seu antigo proprietário, como um espelho pictórico-gráfico da própria pessoa e também como uma Lápide.

A Lápide revela o final da tecnologia, que já superou a si mesma, e funciona como um retrato do zeitgeist de nosso tempo, em que cada pessoa passa horas grudado à frente de seu próprio computador. Ao expor 48 desses computadores no chão e em disposição geométrica, Flemming apresenta ao público um “cemitério instantâneo” de nossas preocupações e prazeres cibernéticos, bem como mostra os notebooks como o espelho de Narciso, ou seja, reflexo através do qual a pessoa vive e morre.

A tecnologia obsoleta representa a morte de antigos desejos, encerrados no computador que deixa de refletir os anseios do Homem.

 Livro traz radiografia da obra de Alex Flemming
 
Paralelamente à instalação,  será lançado o livro “Alex Flemming”.
Com Texto de Angélica de Moraes, a obra  faz um recorte da carreira de um dos principais artistas contemporâneos brasileiros, em edição da Cosac Naify patrocinada pela Tejofran.

Poucos artistas brasileiros podem ter a honra de ver sua arte admirada por milhares de pessoas a cada dia. No caso de Alex Flemming, essa proeza tornou-se possível a partir do momento em que sua instalação com 44 rostos anônimos passou a ocupar as paredes de vidro da estação de metrô Sumaré, em São Paulo. Além de se tornar uma referência da cidade, o painel se transformou num espaço democrático e aberto, onde as pessoas interagem e se encantam com as imagens e as poesias brasileiras escolhidas por Flemming, que flutuam na paisagem paulistana.

Fotos de Vernissage: Trilogia Vermelha na Pinacoteca

Para saber mais sobre esta expo, clique aqui.

"Trilogia Vermelha" na Pinacoteca

01 – Ricardo Barcellos, Paulo Mancini e Mauricio Nahas | 02 – Suzana Bandeira e Rafael Guanaes | 03 – Marta Prado | 04 – Diogenes Moura | 05 – Piu Fonseca | 06 – Lili Varella e Tom Dwyer

"Trilogia Vermelha" na Pinacoteca

01 – Ivo Mesquita e Lucia Prancha | 02 – Willian Ribeiro de Moraes e Leandro Razuk | 03 – Sophie Lanes | 04 – Henrique Del Lama | 05 – Giacomo Favretto | 06 – Ida Machado e Fernando Machado | 07 – Gabriela Lindemann | 08 – Pedro Cappelette

"Trilogia Vermelha" na Pinacoteca

01 – Carlos Byngton | 02 – Carolina Gatti | 03 – Carla Barretos e Fabio Jung | 04 – Maria Eduarda e Charles Kapaz | 05 – Laura Sarkovas | 06 – Graça Coelho | 07 – Silmara Kassab

Fotos: Denise Andrade

Brasil integra ranking internacional de exposições e museus mais visitados

A revista britânica The Art Newspaper divulgou na semana passada o resultado de ranking anual elaborado pela publicação sobre os museus e exposições mais visitados do mundo. A lista traz museus e exposições de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília entre aqueles que atraíram maiores públicos em 2010. Esta é a primeira vez que o Brasil participa da pesquisa, que no país foi coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura).

Com um público total de 535 mil visitantes, a 29ª Bienal de São Paulo, realizada entre os dias 19 de setembro e 12 de dezembro, figura no ranking como a 12ª exposição mais visitada em todo o mundo no ano passado.

As exposições Islã (445.598 visitantes), Regina Silveira – Linha de Sombra (477.106) e Rebecca Horn (313.756), todas organizadas pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, vêm logo na sequência. O Mundo Mágico de Escher, do CCBB Brasília, e Expedição Langsdorff, do CCBB São Paulo, também aparecem no ranking entre as 100 mostras com maior público.

O Brasil também é citado como detentor de cinco dos museus de arte mais visitados do mundo: o CCBB do Rio de Janeiro figura em 14º lugar na lista, que inclui ainda as unidades de Brasília e São Paulo, além do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Há ainda menções a mostras brasileiras nos rankings temáticos divulgados pela revista, que citam exposições organizadas pelo Museu Imperial e Museu Histórico Nacional (do RJ, ambos integrantes do Ibram), Museu de Arte Moderna (SP), Museu de Artes e Ofícios (MG) e Instituto Itaú Cultural (SP).

A publicação, considerada uma das principais fontes internacionais de informação sobre arte, destaca que esta é a primeira vez que mostras brasileiras integram o ranking.

Leia mais:

Museu Histórico Nacional também tem exposições ranqueadas

Mostra do Museu Imperial é destacada em ranking de exposições

Fonte: Ibram