Governo chinês cobra US$ 2,4 milhões de Ai Weiwei

Sementes de cerâmica comemorativas da instalação "Sunflower Seeds", de Ai Weiwei, são preparadas para serem enviadas como retribuição às pessoas que estão colaborando com o artista. AP Photo / Ng Han Guan.

O governo chinês deu duas semanas para que Ai Weiwei pague $2.4 milhões em impostos e sanções. O valor em impostos não pagos, originalmente citado em $770,000 foi agora alterado e largamente aumentado. O artista considera que esta é mais uma tentativa de o silenciar. O governo chinês alega, por exemplo, que a firma de design Beijing Fake Cultural Development Ltd. não paga impostos há cerca de uma década e esta dívida está incluída no valor do pagamento a ser efetuado. No entanto, esta empresa não é propriedade do artista (ela pertence à sua mulher, Lu Qing).

O fato causou mobilização nos cidadão chineses, que até agora já enviaram mais de US$ 800 mil em contribuições para o artista. Cerca de 20 mil pessoas já enviaram dinheiro para Ai Weiwei através de transferências bancárias e envelopes.

Um jornal estatal publicou na segunda-feira que Weiwei pode ser acusado de “captação ilegal de recursos” e que “é absolutamente normal para um certo número de pessoas demonstrar seu apoio a ele com doações. Mas essas pessoas são um número extremamente pequeno quando comparado com a população total da China”.

Depois de 11 semanas, Ai Weiwei é libertado na China

O artista chinês Ai Weiwei, 53, foi libertado nesta quarta-feira (22) mediante pagamento de fiança, após aproximadamente onze semanas de prisão, segundo informação da polícia chinesa divulgada pela agência de notícias oficial “Xinhua”.

“Voltei para minha família”, afirmou Weiwei ao jornal britânico “Guardian”, confirmando sua libertação. “Estou muito feliz, estou bem”.

Ai Weiwei é uma importante voz entre os ativistas dissidentes chineses e já exibiu seu trabalho em renomadas galerias de arte no mundo ocidental. Uma das denúncias presentes na obra de Weiwei é sobre a falta de liberdade de expressão na China.

Segundo o “Guardian”, ele não quis dar outros detalhes sobre a prisão por ter sido libertado sob fiança. “Entenda, por favor”, teria respondido Weiwei ao jornalista.

De acordo com a versão oficial, o artista tinha sido detido por supostos crimes financeiros e agora foi libertado devido a seu “bom comportamento e após confessar seus crimes”.

A breve mensagem declara que outro motivo da libertação foi “a doença crônica que sofre”, sem mencionar o diabetes e a hipertensão do artista, que devolverá o dinheiro de todos os impostos que supostamente evadiu.

A detenção de Ai Weiwei foi condenada por governos ocidentais como Estados Unidos, França, Alemanha, Taiwan, Austrália e Japão, além de por União Europeia (UE), organizações de direitos humanos e o setor artístico mundial, já que aconteceu no meio de uma das campanhas mais repressivas do regime chinês em décadas.

Embora Pequim tenha afirmado que Ai Weiwei estava sendo investigado por crime financeiro, tanto a família quanto os estados e instituições que pediram sua libertação consideram que a detenção do artista se deveu a sua aberta oposição ao regime chinês e à sua defesa dos direitos humanos.

Segundo o comunicado policial, a empresa propriedade de Ai Weiwei supostamente investigada, a “The Beijing Fake Cultural Development”, “teria evadido uma grande quantidade de impostos e destruído de forma proposital os documentos”.

Fonte: UOL

Ai Weiwei detido em Pequim

Ai Weiwei

Ai Weiwei é um dos críticos mais frequentes do regime chinês, principalmente no que refere à falta de respeito aos direitos humanos

O artista mais conhecido da China, Ai Weiwei, foi detido em Pequim na manhã do último domingo, 3/4. A polícia revistou o seu estúdio, confiscou computadores e interrogou seus assistentes. O artista de 53 anos permanece fora de contato, desde que foi detido pelos oficiais no aeroporto da cidade.

Ai Weiwei, que desenhou o estádio olímpico Ninho de Pássaro, tem sido um crítico sem reservas do Governo chinês.

Apesar de ser repetidamente assediado, estava aparentemente protegido pelo status do seu falecido pai, um poeta de renome, e pelo seu perfil internacional. No último ano, ele criou a instalação Sunflower seeds para a Tate Modern.

A sua detenção surge durante o que os militantes dos direitos humanos descreveram como a mais severa repressão sobre ativistas e dissidentes há mais de dez anos.

Pelo menos 23 pessoas foram detidas criminalmente, a sua maioria devido ao incitamento da subversão ou criação de distúrbios. Mais três foram presos formalmente e mais de uma dúzia estão desaparecidos, incluindo advogados de direitos humanos de alto perfil.

Weiwei foi detido no controle de imigração, enquanto tentava apanhar um vôo para Hong Kong, para onde se dirigia a negócios.

Detenção do artista Ai Weiwei indica aumento da repressão na China

EUA pedem à China libertação do artista e ativista Ai Weiwei

Adiada exposição de Ai Weiwei em Pequim

A primeira exposição que o artista e dissidente chinês Ai Weiwei realizaria em seu país foi cancelada pelos organizadores, para evitar conflitos com o regime de Pequim.

“Cancelaram a minha exposição e, ainda que não tenham dado uma razão muito clara sobre o porquê, de certo modo mencionaram que estavam preocupados porque a situação política é delicada neste momento”, assegurou Ai, de 53 anos.

A exposição, que aconteceria em março, era composta por entre 20 a 30 instalações, esculturas e fotografias com um conteúdo “muito normal, com o qual tentei evitar qualquer conflito, não eram nada controversas”, acrescentou o criador.

Ai disse ainda que “é difícil conhecer os motivos, mas os organizadores mencionaram a destruição da minha casa em Xangai e assinalaram que talvez não fosse o momento adequado. Não pedi muitas explicações, a China é assim”.

Fonte: www.elmundo.es

MoMA compra vídeo banido de exposição, que traz formigas cobrindo Jesus na cruz

O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) comprou um polêmico vídeo do artista David Wojnarowicz que havia sido retirado da National Portrait Gallery, em Washington, após protestos de grupos religiosos e parlamentares republicanos, em dezembro do ano passado. A cena controversa de “A fire in my belly”, que pode ser visto na internet*, é Jesus na cruz sendo coberto por formigas. O MoMA adquiriu a obra original, de 13 minutos, e uma versão de sete minutos, editada pelo próprio Wojnarowicz. Ambas estão sendo exibidas numa mostra do acervo de arte contemporânea do museu, até 9 de maio.

O vídeo integrava a exposição “Hide/Seek: Difference and desire in American portraiture”, uma coletiva com obras em torno de temas homossexuais, no museu de Washington, que faz parte da Instituição Smithsonian. A obra foi filmada no fim da década de 80, após a morte por Aids do companheiro de Wojnarowicz, o fotógrafo Peter Hujar – o artista morreu da mesma doença, em 1992.

A remoção da obra da exposição, uma decisão do mais alto executivo da Smithsonian, G. Wayne Clough, desencadeou uma reação do mundo da arte. Outro artista da mostra, AA Bronson, pediu que sua obra fosse retirada, em protesto contra a censura. Esta semana, seu advogado enviou uma carta para Clough e o diretor da National Portrait Gallery, Martin E. Sullivan, ameaçando entrar com uma ação legal caso o museu não cumpra o pedido.

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Fonte: O Globo

“Conseguimos fazer uma boa Bienal”, diz Presidente da fundação

Não foi aquele sucesso retumbante alardeado antes do início nem um fracasso de qualquer natureza.

Quando fechar as portas no próximo domingo, com metade do público que pretendeu atrair, a 29ª Bienal de São Paulo terá provado que reverteu o quadro de falência da mostra, visto na edição vazia de dois anos atrás.

Mas não sem tropeços. No lugar de 1 milhão de visitantes, as bilheterias devem encerrar os três meses de exposição com público de 553 mil, mesmo patamar de visitação da 27ª Bienal, em 2006.

Fora isso, foi uma Bienal ofuscada por uma série de polêmicas, desde o início.

Visitantes na 29ª Bienal de Artes de São Paulo: nem cheio, nem vazio
Visitantes na 29ª Bienal de Artes de São Paulo: nem cheio, nem vazio
Adriano Vizoni/Folhapress

Logo na abertura, pichadores convidados da mostra atacaram a instalação de Nuno Ramos, que então abrigava três urubus vivos. Ambientalistas e, mais tarde, o Ibama forçaram a retirada das aves, com base em laudo que julgava o pavilhão impróprio para os animais.

Também na abertura da exposição, a curadoria antecipou uma possível repreensão da Justiça Eleitoral e censurou a obra do artista argentino Roberto Jacoby, que fazia campanha pela então candidata Dilma Rousseff.

Desenhos do artista Gil Vicente, em que líderes políticos como Lula e George W. Bush aparecem assassinados, também despertaram a revolta da Ordem dos Advogados do Brasil, que pediu a retirada da obra, ao ver ali uma incitação ao terrorismo.

Mas nada disso parece azedar a avaliação do presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Heitor Martins.

“Começamos atrasados, com um prazo bastante curto e um grau de incerteza grande”, lembra Martins em entrevista à Folha. “Conseguimos reverter a trajetória declinante, e o fato de não chegarmos aos números colocados não é uma frustração.”

Eleito há dois anos com a missão de recuperar a imagem da instituição e pôr as contas em ordem, Martins arrebanhou amigos do mercado financeiro para injetar dinheiro na mostra, sanou um rombo de R$ 4 milhões e fez uma edição da Bienal com orçamento de R$ 25 milhões.

“Havia uma série de pendências da edição anterior e uma dívida bancária”, diz Martins. “Agora vamos fechar este ano com um balanço muito limpo, o patrimônio vai ser positivo e vamos ter uma reserva de caixa.”

Também já começou um processo de reforma do pavilhão desenhado por Oscar Niemeyer nos anos 1950.

Chega ao fim agora a primeira etapa da readequação, que consumiu R$ 5 milhões, sendo 80% do valor repassado pelo Ministério da Cultura, para atualizar dispositivos de segurança do prédio.

Martins também trabalha para tornar permanente parte da estrutura usada nessa edição da Bienal, como o projeto educativo. Quase metade do público da mostra, aliás, foi de alunos e professores atendidos pela equipe de educação da exposição.

Enquanto superou expectativas ao treinar 30 mil professores, em vez de esperados 20 mil, não chegou a bater a meta de 350 mil alunos.

“Esse número ficou um pouco aquém”, disse Martins, que culpou a falta de ônibus para o transporte dos estudantes. “A logística se tornou muito desafiadora.”

ESPETÁCULO

Tão desafiadora que parece ter assustado Moacir dos Anjos, um dos curadores-chefes da mostra, ao lado de Agnaldo Farias. À frente de sua primeira exposição desse porte, Dos Anjos disse à Folha que não pretende fazer outra Bienal de São Paulo.

“Foi uma experiência única em dois sentidos, de ser a primeira e a última vez que trabalho nessa escala”, diz o curador. “Não é mais o meu foco nem o modelo que eu quero trabalhar no futuro.”

Dos Anjos falou do paradoxo que é organizar uma exposição gigantesca que não fosse refém do próprio gigantismo e admite que teria feito uma mostra “mais enxuta” se tivesse tempo.

“É como fazer um grande espetáculo sem sucumbir à lógica de espetáculo”, diz. “Não sei qual é a solução.”

Ele também lamenta o fato de a polêmica em torno de algumas obras ter ocupado o centro do debate e ofuscado outros trabalhos. “Isso fez com que pessoas não prestassem atenção a uma série de trabalhos muito importantes, que passaram batidos”, diz Dos Anjos. “Essa polêmica se deu de maneira muito rasa, superficial.”

Inovação da Bienal, os terreiros, pontos de encontro para teatro, cinema e dança espalhados pelo pavilhão, também foram criticados.

Embora Dos Anjos tenha elogiado a ideia de misturar vertentes artísticas, disse que houve uma “vizinhança complicada” com outras obras, por causa do barulho causado pelas atividades.

Fonte: Folha de São Paulo
Matéria de Silas Martí

Termina prisão domiciliar de Ai Weiwei

A polícia chinesa pôs fim à prisão domiciliária a que tinha submetido o artista Ai Weiwei para impedir que este assistisse à festa que tinha organizado para “celebrar” a prevista demolição do seu estúdio em Xangai, segundo contou o próprio criador através da sua conta no Twitter. Apesar da ausência de Ai, enclausurado na sua residência em Pequim desde sexta-feira, centenas de pessoas assistiram ao banquete que aconteceu domingo em Xangai, o que o foi classificado pelo artista como “grande êxito”.

Ai Weiwei tinha convocado um banquete com vinho local e 10 000 caranguejos em resposta à ordem das autoridads de Xangai de derrubar o seu estúdio construído recentemente naquela cidade. Segundo Ai, os responsáveis do distrito suburbano de Jiading tinham-no incentivado a instalar-se no edifício para impulsionar o desenvolvimento de uma zona artística similar às de Pequim, mas agora pretendem derrubá-lo ao considerá-lo ilegal.

A escolha de caranguejos do rio para o menu não é casual. Em chinês, o nome deste animal pronuncia-se de maneira semelhante a “harmonioso”, palavra que o regime utiliza constantemente para definir o tipo de sociedade que persegue. Agora, graças à Internet, o termo é usado como sinônimo de censura.

“Foi um grande êxito. As pessoas não estavam intimidadas. A polícia secreta tinha ameaçado muitos de perder o emprego se comparecessem, tendo ameaçado também os estudantes. E é muito difícil não estar assustado, porque nesta sociedade (China) há uma grande tradição de intimidar as pessoas”, explicou o artista.

Disponível em: www.elpais.com

Regime chinês vai demolir estudio de Ai Weiwei

É difícil ser profeta em terra própria. E mais quando se é Ai Weiwei, um dos artistas mais polêmicos e críticos da China. Enquanto a Tate Gallery de Londres expõe a sua última excentricidade, uma instalação composta por milhões de sementes de girassol, o seu estúdio de Xangai enfrenta a demolição.

Ainda que as autoridades da cidade tenham convidado Ai Weiwei a mudar-se, ditaram agora uma ordem de demolição contra a construção argumentando que é ilegal.

Devido às suas frequentes críticas ao regime de Pequim e à sua permanente denúncia da corrupção no Partido Comunista, Ai Weiwei sofre uma autêntica perseguição na China. No ano passado, teve inclusive de ser operado depois de ter sido agredido pela polícia quando investigava a demolição massiva de escolas durante o devastador terremoto de Sichuan.

Ainda que o sismo tenha provocado cerca de 90 000 mortes, Ai Weiwei e outros ativistas detidos pelo regime, como Tan Zuoren, denunciaram que milhares de salas de aula tinham ficado destruídas porque as autoridades corruptas tinham desviado fundos e tinham-nas construído com materiais de má qualidade.

A ordem final de demolição – que dará ao artista 20 dias para se mudar – poderá chegar a qualquer momento, afirmou Ai, que no entanto está planjenando uma festa de despedida no estúdio no próximo domingo, para “celebrar a sua vida e morte”.

Aos convidados serão oferecidas centenas de caranguejos de rio – uma iguaria de Xangai muito aprecidada, cujo nome em mandarim é um homónimo para “harmonia”, termo usado frequentemente pelo Governo para afirmar os seus próprios sucessos no país, adotado agora pelos críticos, que o usam para criticar o regime.

“Assim que disse que [o estúdio] seria destruído, tive centenas de apoiadores que quiseram vê-lo. Eu disse que quem quisesse fazer uma festa podia ser meu convidado e algumas centenas de pessoas querem vir”, disse Ai.

“Esperemos que seja uma festa harmoniosa, mas não sei como o Governo local vai reagir”.

Disponível em: www.abc.es e www.guardian.co.uk

Exposição de Takashi Murakami em Versalhes gera polêmica

Os salões e jardins de Versalhes, o dourado palácio de Luis 14, o Rei Sol, exibem a partir desta semana as esculturas pop do artista japonês Takashi Murakami, chamado de “Rei do Mangá”, o que desatou polêmica na França.


Detalhe da escultura “Flower Matango”, do artista japonês Takashi Murakami, em exibição no Palácio de Versalhes

Veja mais imagens da exposição na galeria do UOL

Um buda de mais de cinco metros de altura, bonecos e bonecas com orelhas de coelho, sapos, flores: as 22 peças criadas por Murakami, que se inspira nos desenhos animados e nos pintores japoneses do século 18, invadiram os elegantes salões do palácio de Luis 14 e Maria Antonieta, provocando um curioso contraste.

Desde sua abertura, na terça-feira, a exibição em Versalhes deu muito o que falar aos jornais e às emissoras de rádio francesas.

“A batalha de Murakami”, resumiu o jornal “Le Monde”, enquanto o “Le Figaro” publicou o título: “A Controvérsia”.

“Nos meios artísticos de Paris, apenas se escuta uma pergunta: você é a favor ou contra a exposição Murakami-Versalhes?”, escreveu o “Le Monde”.

Mas a controvérsia começou antes, quando foi anunciado que 22 obras de Murakami, uma das maiores estrelas da arte contemporânea mundial e o número seis na lista dos artistas com maior cachê, seriam instaladas no Palácio de Versalhes, até 12 de dezembro.

Os membros do coletivo “Versalhes Mi Amor”, opostos à exposição, recolheram milhares de assinaturas na internet e, no dia da abertura da exposição, dezenas de manifestantes expressaram sua hostilidade à mostra.

Cenário colorido
No entanto, na quinta-feira à tarde, o cenário não era de batalha nem de protestos: os jardins e o palácio tinham um cenário alegre, onde as coloridas esculturas provocavam curiosidade e admiração de muitos visitantes franceses, e em outros forte indignação, expressada apenas com caretas e risadas irônicas.

“Não gosto. Não sei por que eles têm que exibir esses bonecos aqui”, declarou Jean Yves Morboeuf, 48 anos, que vive na próspera cidade de Versalhes, a 15 minutos do castelo, mas nega ter participado dos protestos. “Creio que os que se manifestaram na terça-feira eram alguns poucos nostálgicos da monarquia”, completou.

Um estudante de 20 anos, que quis ser identificado apenas como Marc, reconheceu ter gostado de ver em Versalhes uma boneca loira, “Miss Ko2”, enquanto sua amiga Marjorie ficava intrigada pelo imenso buda instalado na entrada dos jardins.

Alguns turistas mostravam, por sua vez, uma grande surpresa, já que não sabiam o que lhes aguardava em Versalhes nem tinham se interado das polêmicas.

“Vim ver a Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes, como presente de meu marido para nosso aniversário de 20 anos de casamento, e encontro isto”, declarou Helen Atkinson, inglesa, apontando uma esfera colorida de grandes margaridas expsotas nas luxuosas lâmpadas do bonito salão.

Fonte: UOL Entretenimento