SIM Galeria apresenta individual de Rafael Alonso

Calça de ginástica vira tema de exposição
Em individual na SIM Galeria, Rafael Alonso leva fragmentos do cotidiano moderno para a pintura

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            Uma explosão de cores, formas e tramas. Após trabalhar com a relação entre pintura e objetos como computadores, monitores de TV e tablets, Rafael Alonso volta seu interesse para o universo esportivo. Em Calça de Ginástica, individual do artista que entra em cartaz na SIM Galeria a partir de 31 de março, as obras apresentadas dão continuidade a uma pesquisa que busca o vínculo entre a pintura abstrata e o cotidiano, o ordinário.

            Como um cronista do tempo presente, Alonso – apontado pela crítica como uma das revelações da arte contemporânea – faz uma apropriação dos padrões da moda e inspira-se nas bermudas de praia, roupas de academia e tênis de corrida para criar suas telas. “Eles são para mim espécies de índices do exagero. Exagero cromático, temático e de consumo. Muito embora eu esteja mais interessado na visualidade, é impossível não especular sobre consumo”, conta o artista.

            Entre as camuflagens de suas pinturas e as sobreposições de cores, Alonso explora os excessos e expõe, de forma crítica, o consumo desenfreado. As obras também demonstram o interesse do artista pelo uso que a indústria têxtil e da moda faz das cores e formas como apelo comercial e estético. “

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Exposição Calça de Ginástica – Individual de Rafael Alonso
Local: SIM Galeria – Alameda Presidente Taunay, 130 A – Batel – Curitiba (PR)
Abertura: 31 de março de 2015
Período: de 1º de abril a 02 de maio de 2015
Entrada gratuita

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HOJE dia 10 de fevereiro visita guiada e um bate-papo com Arthur do Carmo e Tony Camargo na SIM Galeria (PR)

 Vamos falar de arte? 

            Objetos estranhamente familiares, como um capacho e um cabo de vassoura, ganham novas formas e significados nas mãos dos dez artistas paranaenses que integram a exposição Limiar, na SIM Galeria. Mas afinal, qual é a matéria da arte? A fim de desvendar o que mobiliza o olhar destes artistas, Arthur do Carmo e Tony Camargo, curadores da mostra, participam de um bate-papo e realizam uma visita guiada pela exposição nesta terça-feira, dia 10 de fevereiro, a partir das 19h.

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Hoje 20/01: Abertura na SIM Galeria que reúne artistas paranaenses na exposição Limiar

O limiar dos mistérios da arte

            Mistérios, enigmas e o vasto desconhecido que cercam nossa existência mobilizam o olhar de uma série de artistas. Reunidos na exposição Limiar, que acontece na SIM Galeria a partir do dia 20 de janeiro, dez nomes da nova geração paranaense apresentam, por meio dos mais variados suportes – pintura, fotografia, escultura e vídeo – narrativas extraordinárias geradas sobre a matéria do mundo, aquilo que nos é invisível ou banal.

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Limiar_Juan Parada_Topografia Sonora I_Cerâmica vitrifica sobre madeira_117 x 67 cm_2014

Juan Parada_Topografia Sonora I_Cerâmica vitrifica sobre madeira_117 x 67 cm

Limiar_Willian Santos_In  transitu_acrílica, encáustica e óleo sobre tela_190 x 170 cm_2014

Willian Santos_In transitu_acrílica, encáustica e óleo sobre tela_190 x 170 cm

           Todas as obras expostas oferecem novas possibilidades de pensamento e uma outra espécie de racionalidade, que nos levam a desvendar conceitos e matérias. Os desenhos e as pinturas de André Azevedo nos transportam a um lugar-comum e oferecem memórias e lembranças de algo que não vivemos. Lailana Krinski explora cruzamentos e aproximações entre as linguagens do desenho e da instalação. Em suas obras, C. L. Salvaro trabalha com a configuração dos espaços e a questão de local, construção, resquícios e percepção. As instalações, esculturas e intervenções de Juan Parada sugerem impermanência e instabilidade, além de investigar as relações de tempo-espaço. Já as pinturas de Samuel Dickow carregam uma reflexão sobre o processo de produção pictórico e seus modos de representação. Utilizando diferentes métodos, as telas de Willian Santos apresentam conexões e desconexões que permitem ao observador ir além e aquém da imagem.

André Azevedo_Desestruturas 11_Recorte e costura em tapete de tecido_70 cm x 80 cm

André Azevedo_Desestruturas 11_Recorte e costura em tapete de tecido_70 cm x 80 cm

C.L.Salvaro_estudo de área_látex, pigmento e resíduos de piso_aprox. 40 x 40cm

C.L.Salvaro_estudo de área_látex, pigmento e resíduos de piso_aprox. 40 x 40cm

Exposição Limiar
Curadoria: Arthur do Carmo e Tony Camargo
Artistas: André Azevedo, C.L. Salvaro, Daniel Duda, Hugo Mendes, Jack Holmer, Janete Anderman, Juan Parada, Lailana Krinski, Samuel Dickow e Willian Santos.
Local: SIM Galeria – Alameda Presidente Taunay, 130 A – Batel – Curitiba (PR)
Abertura: 20 de janeiro de 2015
Período: de 21 de janeiro a 27 de fevereiro de 2015
Entrada gratuita

Romy Pocztaruk abre hoje, quinta, na SIM Galeria

 

A curitibana SIM Galeria apresenta, entre os dias 25 de setembro e 31 de outubro, a primeira mostra individual em seu espaço da fotógrafa gaúcha e mestre em poéticas visuais, Romy Pocztaruk intitulada Um Vasto Mundo.

Com curadoria de Gabriela Motta, doutoranda em artes visuais pela USP, a exposição reúne fotografias e vídeos sobre vestígios arquitetônicos, registrados em diferentes países, como Alemanha, Bósnia, China e Uruguai, entre outros. Metade das obras são recentes e totalmente inéditas para o público.

Em paralelo a sua exposição na SIM, Pocztaruk está entre os participantes da 31ª edição da Bienal de São Paulo, maior evento relacionado à arte do país e um dos mais importantes do mundo, que acontece entre os dias 06 de setembro e 07 de dezembro.

A arquitetura é tema recorrente nas obras da artista e na exposição em Curitiba não será diferente. Às vésperas do Brasil receber as Olimpíadas de 2016, a fotógrafa apresenta na SIM a série Olympia, na qual busca investigar as transformações em estruturas urbanas e sociais que acometem as cidades-sedes. A partir dos resquícios abandonados, na maior parte das vezes instalações em ruínas, a artista rastreia o impacto do evento, que caracteriza como “apocalíptico”. Pocztaruk fotografou as vilas olímpicas de Berlim, sede da Olimpíada de 1936, e de Sarajevo, sede em 1984. Em ambas, também capturou vestígios decadentes de estádios, ginásios, acomodações e arredores.

Outro componente da mostra é o vídeo Traumberg, que exibe locais desabitados e abandonados em Berlim, tais como um parque de diversões desativado e um antigo centro de espionagem americano do período da segunda guerra mundial. “Essas ruínas urbanas foram capturadas em super-8 preto e branco, o que dá a esses lugares simbólicos e históricos um clima onírico de encanto e suspense”, descreve a artista.

Outra série ainda é composta de trailers fotografados no Uruguai, mas que poderiam compor a paisagem de qualquer outro país, dentro da busca de uma indefinição geográfica da artista. Para a curadora, “Quando se sabe em que lugar cada fotografia foi feita, claro, contextualizam-se as imagens, atribui-se à elas uma história, um clima, uma identidade. No entanto, tudo isso logo se perde novamente, fazendo emergir do conjunto de trabalhos uma tônica dominante que revela não o específico de cada lugar, mas o comum de todos eles”, diz no texto para a exposição. “Essa imprecisão dos locais leva-nos à compreensão de um mundo não delimitado por fronteiras políticas, aquelas que acabam sempre, em algum momento, gerando guerras, mortes, destruição. Uma constante entre tantas outras que nos definem.”

Na Bienal de São Paulo, Romy Pocztaruk apresenta A Última Aventura, série fotográfica que retrata cenários esquecidos ao longo da rodovia Transamazônica. De acordo com um dos diretores da SIM Galeria, Guilherme Simões de Assis, a escolha da artista para integrar esta edição da Bienal representa um reconhecimento importante de seu trabalho.

SIM Galeria abre exposição com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti

A partir do dia 14 de agosto, a SIM Galeria apresenta A Teoria do Desvio dos Raios Luminosos e Outras Histórias, exposição coletiva que reúne obras dos brasileiros CabeloRafael Alonso e Tiago Tebet, dos norte-americanos Victoria Fu e Dashiell Manley e da dupla franco-equatoriana CostalesRometti. A exposição tem curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, crítico de arte que já foi curador da Fundação Bienal de São Paulo (2007-2009) e também responsável pela participação oficial brasileira na 52ª Biennale di Venezia (2007) e na Bienal de Cuenca (Equador, 2007 e 2009).

De acordo com o curador, a exposição que une pinturas, fotografias, vídeos e instalações não tem um tema fechado, porém, a maioria das obras lida, de maneira mais ou menos direta, com temas muito parecidos. Para exemplificar algumas das conexões entre elas, Crivelli Visconti cita a projeção aleatória que Julia Rometti e Victor Costales fazem de ilustrações de fórmulas e teorias científicas com algumas das pinturas de Tiago Tebet, nas quais ele reproduz ilustrações que, em uma enciclopédia, acompanham uma descrição da vida e das descobertas de Albert Einstein.  “Mesmo que de maneira casual, muitas das obras reunidas nesta exposição lidam com a transformação de teorias científicas, lendas e mitos, em sua origem sempre fantásticos e quase inconcebíveis, em histórias conhecidas, narrativas familiares que constituem parte integrante do imaginário cultural de um povo”, aponta.

Nas esculturas surrealistas de Cabelo, que abarcam pintura, desenho, performance, escultura, instalação e vídeo, o curador explica que apensar de não estarem explícitas, as referências literárias, filosóficas e musicais são um dos pilares do trabalho do artista e representam um esforço poderoso para a construção de uma narrativa na recente arte brasileira. “Uma narrativa sincopada e fragmentada, pouco ou nada convencional, que brota de apropriações e justaposições surpreendentes, mas que acabam criando um sentido. Modus operandi que é comparável à maneira como Dashiell Manley constrói suas pinturas e seus vídeos”. Crivelli Visconti cita, ainda, uma analogia aos vídeos de Victoria Fu, onde as imagens beiram a abstração e transformam-se em campos de cor pura, uniforme. “Uma cor forte ou até agressiva, significativamente análoga à que domina as pinturas recentes de Rafael Alonso”, pontua ele.

A exposição, que será aberta na SIM Galeria no dia 14 de agosto, às 19h, fica em cartaz até o dia 19 de setembro

SIM Galeria apresenta Vertigo

Com curadoria de Denise Gadelha, mostra que reúne artistas nacionais e internacionais abre dia 13 de março, em Curitiba

Sintoma de descompasso, quando os dados processados pelo cérebro divergem das sensações captadas pelos sentidos, a vertigem provoca no indivíduo a impressão de que tudo ao seu redor está a ponto de dissolver; como se faltasse solidez ao ambiente externo.  Vertigo, em português vertigem, é o título da nova exposição coletiva da SIM Galeria, que será aberta no dia 13 de março, às 19h, e tem curadoria da mestre em poéticas visuais, Denise Gadelha. Em paralelo a abertura da exposição, a galeria realiza o lançamento do livro Snow Management Complex, editora JRP Ringier, que reúne oito séries fotográficas do artista suíço Jules Spinatsch, que também tem obras na exposição. O livro é resultado de 12 anos de trabalho do artista a cerca dos Alpes Suíços.

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Artistas: Carmela Gross; Darren Almond; Eduardo Kac, Isao Hashimoto; Ivan Grilo ; Jules Spinatsch; Katinka Pilscheur; Luiz Roque; Luiz Zerbini; Miguel Palma; Nuno Ramos e Odires Mlászho.         

Local:  SIM Galeria — Alameda Presidente Taunay 130 A, Batel – Curitiba (PR)
Data: De 13 de março a 19 de abril
De terça a sexta das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 18h.

Sobre a SIM Galeria: Tradicional entusiasta da arte, em Curitiba, a família Simões de Assis apresenta a SIM Galeria. Voltada para as manifestações contemporâneas de arte, a iniciativa funciona em um prédio anexo à Casa de Pedra (Al. Presidente Taunay, 130A – Batel) e é dirigida pelos irmãos Guilherme e Laura Simões de Assis.

KBOCO apresenta Sarava’Hotel na SIM Galeria

Com apresentação de Felipe Scovino a mostra individual reúne pinturas, instalações e uma intervenção no cubo branco da galeria

 O artista goiano Márcio Mendanha de Queiroz, o Kboco apresenta sua nova mostra: Sarava’Hotel na SIM Galeria, em Curitiba, entre os dias 17 de outubro e 16 de novembro. A exposição individual reúne obras produzidas especialmente para a mostra em Curitiba e conta com apresentação do crítico e professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Felipe Scovino.

Para Scovino, as obras recentes de Kboco revelam cidades que apresentam uma arquitetura em trânsito, um dinamismo frenético da urbanidade, possuindo não só a visualidade da rua, mas também o cheiro, as contradições e belezas desse espaço.  “É uma obra em andamento. Nosso olhar se perde, é multidirecionado e, assim, avistamos as inúmeras avenidas, prédios, casas e parques que compõem essas telas. Como uma planta baixa, suas pinturas sobrevoam uma cidade imaginária constituída por inúmeras referências, que variam desde fabulações a indícios de arabescos, torres, portais, pórticos e fachadas”, comenta o crítico.

Essa presença de urbanidade nas obras vem desde as primeiras experiências artísticas de Kboco. Na adolescência, ao mesmo tempo em que grafitava nos muros de Goiânia, ele fazia suas pinturas em telas. Mas, ainda de acordo com Scovino, seria muito superficial afirmar que Kboco é um artista que tem o graffiti como base de sua formação, não que isso esteja completamente errado, mas para o crítico a ideologia e o olhar do artista se conectam com uma qualidade muito especial de produção entre arte e rua, que o colocam mais próximo dos muralistas mexicanos, no sentido de ter o compromisso de instituir a cidade como um painel ou mesmo um manifesto sobre as desigualdades sociais. Kboco corrobora essa opinião, não gosta de rótulos, prefere ser chamado de artista plástico.   “Para cada tipo de mensagem é necessário um suporte diferente e eu tenho coisas pra falar nos dois. Um não é mera repetição do outro, eles se complementam. Então por que trabalhar com inúmeras linguagens e ser lembrado apenas por um?”, questiona o artista.

Em sua exposição em Curitiba, Kboco apresenta além de pinturas, uma instalação em madeira, um mural na fachada da SIM e uma intervenção no cubo branco da galeria. As intervenções artísticas de Kboco criam uma continuidade das obras nas paredes, extrapolando os limites das telas e dialogando com o espaço. “A parede não é apenas a matéria que sustenta as obras, mas o seu suporte, a tela colocada sob a cidade, a própria obra”, complementa Scovino. 

Sarava’Hotel – Individual de Kboco
Artista: Kboco
Data: 17 de outubro a 16 de novembro.
De segunda terça a sexta-feira das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 18h.

SIM Galeria e Simões de Assis apresentam Parque de Transgressões

SIM e Simões de Assis apresentam Parque de Transgressões

Galerias curitibanas realizam mostra paralela a Bienal de Curitiba, com curadoria de Agnaldo Farias 

(Curitiba, 28  de agosto de 2013) As curitibanas SIM Galeria e Simões de Assis Galeria de Arte apresentam Parque de Transgressões, próxima mostra a ocupar os dois espaços. Com abertura marcada para o dia 30 de agosto, a exposição será um evento paralelo a Bienal Internacional de Curitiba, que inaugura no dia 31 de agosto. A curadoria da mostra coletiva é de Agnaldo Farias. Apresentado como um dos mais respeitados críticos de arte do Brasil, Farias coleciona experiências em seu longo currículo de curador, como o Museu de Arte Contemporânea — MAC, em Niterói, o Museu de Arte Moderna — MAM, do Rio de Janeiro, e o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Atualmente, ele é curador do Instituto Tomie Ohtake. 

Para a mostra em Curitiba, o curador explorou o conceito de que tudo é instável, passível de transgressão e a intenção é que essa máxima seja representada por meio das obras escolhidas. “A mostra traz artistas que lidam com o instável, o precário, o desequilíbrio, a ruína, aquilo que está em movimento, ainda que sob forma discreta”, explica. Segundo ele, a exposição reúne obras que trazem consigo a consciência de sua finitude, de que os efeitos causados pela passagem do tempo são irreversíveis, ininterruptos e explica o título escolhido: “Parque de Transgressões, porque outra coisa não é um espaço expositivo dedicado a apresentar tantos trabalhos experimentais, que ocupam os espaços das duas galerias reunidas em um só projeto”. 

Exposição Parque de Transgressões 

Curadoria: Agnaldo Farias 

Artistas: Adriana Veiga; Antonio Dias; Arnaldo Antunes; Bernard Frize; Daniel Murgel;Daniel Senise; Edith Derdyk; Eliane Prolik; Fabio Cardoso; Francisco Klinger; José Bechara; José Spaniol; Juliana Stein; Rodrigo Bueno; Romy Pocztaruk; Paolo Ridolfi e Tony Camargo.              

Local: Simões de Assis Galeria de Arte – Alameda Dom Pedro II, 155, Batel – 41  3232-2315 / SIM Galeria — Alameda Presidente Taunay 130 A, Batel – Curitiba (PR)

Data: 30 de agosto  a 28 de setembro

De terça a sexta das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 18h. 

Sobre a SIM Galeria: Tradicional entusiasta da arte, em Curitiba, a família Simões de Assis apresenta a SIM Galeria. Voltada para as manifestações contemporâneas de arte, a iniciativa funciona em um prédio anexo à Casa de Pedra (Al. Presidente Taunay, 130A – Batel) e é dirigida pelos irmãos Guilherme e Laura Simões de Assis. 

Sobre a Simões de Assis Galeria de Arte – A Simões de Assis Galeria de Arte foi fundada em Curitiba no ano de 1984 pelo arquiteto Waldir Simões de Assis Filho com objetivo de difundir a arte moderna e contemporânea. Com grandes nomes da arte brasileira em seu currículo, a galeria ainda desenvolve parceria com museus nacionais, colaborando na organização e curadoria de mostras dos artistas que representa. É, também, responsável pela publicação de diversos livros de arte em uma editora própria.

 

 

SIM Galeria marca presença na SP-Arte/Foto 2013

A curitibana SIM Galeria  apresenta obras inéditas de grandes nomes da fotografia nacional e internacional, durante sua participação na SP-Arte/Foto. Considerada a maior feira do mercado de fotografia da América Latina, a mostra será realizada entre os dias 21 e 25 de agosto, no Shopping JK Iguatemi, São Paulo.

Os dois artistas internacionais que compõe o estande da galeria são Isidro Blasco e Jules Spinatsch,. O espanhol Isidoro Blasco, que além da SP-Arte/Foto integra também a 1ª Bienal Internacional de Fotografia do Masp, apresenta fotografias tiradas por ele no Brasil. O artista, que tem um estilo que combina fotografia, arquitetura e instalação, explora temas de visão e percepção em relação à experiência física. Já o fotógrafo suíço Jules Spinatsch é reconhecido por exibir uma abordagem política muito forte em suas obras, nas quais ele aborda questões de teor crítico aprofundado sem perder o vigor estético.

Além dos nomes internacionais, o estande da galeria também é formado por grandes artistas do Brasil. Delson Uchôa apresenta a série Bicho da Seda, fruto de uma longa pesquisa que realizou sobre as cores do nordeste. A artista Juliana Stein, que atualmente integra Bienal de Veneza, também apresenta suas obras da série Caverna expostas na Bienal de Veneza. Romy Pocztaruk, Tony Camargo e a francesa Julia Kater, que vive e trabalha no Brasil, completam o espaço da SIM no evento. A galeria estará presente no estande número J21 da feira.

Serviço

SP – Arte/Foto 2013

Local: Shopping JK Iguatemi – Espaço de Eventos – Av. Presidente Juscelino Kubitscheck, 2041 – São Paulo, Brasil

Datas e Horários

21 e 25 de agosto / 16-22h

Sobre a SIM Galeria: Tradicional entusiasta da arte, em Curitiba, a família Simões de Assis apresenta a SIM Galeria. Voltada para as manifestações contemporâneas de arte, a iniciativa funciona em um prédio anexo à Casa de Pedra (Al. Presidente Taunay, 130A – Batel) e é dirigida pelos gêmeos Guilherme e Laura Simões de Assis.

 

Fotos de Vernissage: SIM Galeria/ Exposição 25º 25’S 49º 15’ W / 52º 30’ N 5º 56’ W – Dia 18/04

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01 – Guilherme Simões de Assis, Katinka Pilscheur, Laura Simões de Assis e Auro Ottoni | 02 – Antônio Cescato e Rodrigo Marques Ferreira| 03 – Carla Bordin Pinheiro e Guilherme Simões de Assis | 04- Flávia
Simões de Assis, Lenita Izique e Lucia Durães | 05 – Guilherme Simões de Assis e Seme Raad Filho | 06 – Orlando Busarello e Cláudia Roveda | 07- Guilherme Simões de Assis, Leonardo e Mario Petrelli | 08- Katia
Campos, Flavia Simões de Assis e Marila Riella | 09- Laura Simões de Assis e Auro Ottoni | 10- Miguel Riella, Guilherme Simões de Assis e Marila Riella | 11- Rodrigo Marques Ferreira, Vilma Slomp, Orlando
Busarello e Flávia e Waldir Simões de Assis | 12 até 14 – Exposição