E-magazine #292 – Despedida de Tomie Ohtake| 34ª edição do Panorama da Arte Brasileira |Beatriz Milhazes

– A Arte contemporânea se despede de Tomie Ohtake;
– Prevista para ocupar o Museu de Arte Moderna de São Paulo a partir de 3 de outubro, a 34ª edição do Panorama da Arte Brasileira;
– Beatriz Milhazes na White Cube Hong Kong.

E mais: notícias da semana, agenda de exposições no Brasil e no Mundo, calendário de feiras internacionais e leilões de arte, além da seção “Em cartaz”, com as principais mostras em cartaz. Para ler na íntegra, clique aqui.

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GALERIA HEBRAICA | MONICA GALANO | “EXPOSIÇÃO IMPERMANÊNCIA ”

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Entra em cena mais uma exposição de pintura diferenciada na GALERIA HEBRAICA, com os trabalhos da artista MONICA GALANO a “EXPOSIÇÃO IMPERMANÊNCIA ”, que acontece de 08 de Novembro  a 12 de Dezembro ..

– A mostra conta com 15  obras da Terapeuta e artista plástica nascida em   Buenos Aires-  Argentina , naturalizada brasileira, que tem em seu currículo, estudos realizados no Brasil desde 2007 com Fernando Vilela , Marina Saleme, Debora Paiva, Kamori. Participação de Coletivas no Instituto Tomie Ohtake Em 2007, 2008, 2009  e   exposição individual Espaço Collegio das artes. 03 a 30 de julho de 2012

Sobre as obras.

As obras da artista Monica Galano refletem a impermanência da vida. Transitam entre o abstracionismo e o figurativo . Entre o fundo, onde a cor e a gestualidade espontânea esconde e,  ao mesmo tempo revela paisagens interiores da figura em destaque . É necessário ver novamente para redescobrir pois, sempre algo escondido aparece e desaparece ao olhar. Nesta atenção e tensão do olhar do observador é que vão se desnudando as narrativas perfiladas que rodeiam  e se entrelaçam  com as figuras  quase etéreas , mas com um sopro de vida. O contexto legisla desde o interior até a superfície da tela .

Se a cor é uma forma de expressão, a textura intrincada e enramada representa a complexidade da memória. O preto e o ouro como a luz e a sombra se encontram para destacar, diferenciar e aproximar os opostos, aonde  um se serve do outro para serem vistos e reencontrados diferentemente  a cada olhar. A raspagem, o esfolamento da tela é a vida no seu trabalho de formação e deformação dos seres.

Segundo Monica, a sugestão do artista encontra na mente do outro o diálogo numa co-participação comunicativa entre o espectador e a obra.

E-magazine #276 – Paris e os Amantes da Arte | Dali no Instituto Tomie Ohtake | Bienal Veneza

– Paris oferece semana agitada para os amantes da arte;
– Exposição de Dali abre no Instituto Tomie Ohtake com mais de 4300 visitantes;
– Bienal de Veneza revela tema e outros detalhes de sua próxima edição;

E mais: notícias da semana, agenda de exposições no Brasil e no Mundo, calendário de feiras internacionais e leilões de arte, além da seção “Em cartaz”, com as principais mostras em cartaz. Para ler na íntegra, clique aqui.

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SALVADOR DALÍ NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE – DIA 18 DE OUTUBRO, DAS 11H ÀS 15H

O Instituto Tomie Ohtake, responsável pela organização da maior retrospectiva de Salvador Dalí (1904-1989) já feita no país, traz agora a mostra para a sua sede. Salvador Dalí, em São Paulo, apresenta, no entanto, algumas novidades em relação à temporada carioca: além dos trabalhos já apresentados no Rio de Janeiro, compõem a mostra paulista cinco novas obras provenientes da Fundação Gala-Salvador Dalí e outras duas do Museu Reina Sofia, instituições detentoras de 90% dos trabalhos expostos. As obras que foram incluídas substituem alguns dos trabalhos da coleção do Museu Salvador Dalí, da Flórida (EUA).

Dentre essas sete obras do mestre do surrealismo que estarão exclusivamente em cartaz no Instituto Tomie Ohtake está o valioso e pequeno óleo sobre madeira “O espectro do sex-appeal” (1934). Do tamanho de meia folha de papel, atribui-se à pequena pintura a forma como Dalí plasmou, de modo concreto, o temor pela sexualidade. “Desnudo” (1924), que pertenceu a Federico García Lorca, “Homem com a cabeça cheia de nuvens” (1936), de profunda carga simbólica, com referência explícita a René Magritte e “O piano surrealista” (1937), fruto de sua colaboração com os Irmãos Marx, estão também entre os trabalhos incluídos.

Acompanha a exposição no Instituto Tomie Ohtake um catálogo especial, que aborda a totalidade das peças então apresentadas – 218, assim como sua recepção crítica entre escritores e especialistas de grande renome, como Eliane Robert Moraes, Paulo Miyada, Veronica Stigger.

A retrospectiva de Dalí, com curadoria de Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Dalí, foi organizada para convidar o público a mergulhar por um universo onírico, simbólico e fantasioso. O conjunto de peças é formado por 24 pinturas, 135 trabalhos entre desenhos e gravuras, 40 documentos, 15 fotografias e quatro filmes. O espectador terá contato com a produção de Dalí desde os anos 1920 até seus últimos trabalhos, proporcionando ao visitante uma clara percepção de sua evolução, não só técnica, mas de suas influências, recursos temáticos, referências ideológicas e simbolismos.

Será possível ver as telas do período de sua formação como pintor – além de “Desnudo”, já citado, “Retrato de meu pai e casa de Es Llaner”, de 1920, “Retrato de minha irmã”, de 1925, e “Autorretrato cubista”, de 1926. Tais pinturas, além de marcarem o início da pesquisa de Dalí, também dão mostras de sua vasta e instigante produção de retratos, que, em suas diferentes interpretações e abordagens, acompanham a metamorfose de um trabalho marcado pelo questionamento sobre a realidade.

 A fase surrealista, que deu fama mundial ao catalão, será retratada em telas que apresentam seu método paranóico-crítico de representação, com obras muito significativas como “O Sentimento de Velocidade”, (1931), “Monumento imperial à mulher-menina” (1929), “Figura e drapeado em uma paisagem” (1935) e “Paisagem pagã média” (1937).

O público também poderá conferir a contribuição de Dalí para a sétima arte. Os filmes O cão andaluz (1929) e A idade do ouro (1930), codirigidos por Salvador Dalí e Luís Buñel, e Quando fala o coração (1945), de Alfred Hitchcock, cujas cenas do sonho foram desenhadas pelo artista, serão exibidos dentro do espaço expositivo, apresentando um pouco mais da diversidade e da linguagem adotada pelo artista. Além disso, duas mostras de cinema acontecem em paralelo à exposição: a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro, que exibirá os filmes O cão andaluz (1929) e A idade do ouro (1930), em suas versões integrais, e o Museu da Imagem e do Som (MIS) organizará a mostra Surrealismo no Cinema, entre os dias 16 e 21 de dezembro (a programação poderá ser consultada pelo site www.mis-sp.org.br, mais próximo à data da mostra).

O acervo, por sua vez, apresenta documentos e livros da biblioteca particular de Dalí, provenientes do arquivo do Centro de Estudos Dalinianos, que dialogam com as pinturas proporcionando ao visitante uma viagem biográfica e artística pela carreira do pintor. É o caso dos títulos Imaculada Conceição (1930), de André Breton e Paul Eluard, e Onan (1934), de Georges Hugnet. As raridades tiveram seus frontispícios assinados por Salvador Dalí e retratam as bases do surrealismo na literatura.

 O conjunto conta ainda com as ilustrações feitas para os clássicos da literatura mundial, como Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, e Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol. Merecem destaque os desenhos que ilustram o livro Cantos de Maldoror (1869), de Isidore Lucien Ducasse (mais conhecido como Conde de Lautréamont), autor de grande referência entre os jovens surrealistas. É possível reconhecer nesses desenhos, por exemplo, as muitas figuras recorrentes na obra de Dalí, como objetos cortantes, muletas, corpos mutilados etc. Eliane Robert Moraes, em texto que acompanha o catálogo da exposição, diz que, movidos por uma crescente revolta pós-guerra, esses artistas “viram na violência poética de Ducasse uma alternativa para seus dilemas estéticos e existenciais”.

 “Queremos mostrar o Dalí surrealista, mas também aquele que se antecipa ao seu tempo, que é audacioso, que defende a liberdade de imaginação do artista em sua própria criação. Ao mesmo tempo, a mostra passeia pela trajetória artística e pessoal de Salvador Dalí”, explica Montse Aguer, curadora da exposição. “Após a visita, todos entenderão sua importância como artista, não só no surrealismo, mas na história da arte. Isso significa uma importante ligação com a arte contemporânea, enquanto Dalí parte de uma profunda compreensão e respeito pela tradição”, conclui.

Para trazer o acervo ao Brasil, o Instituto Tomie Ohtake participou de uma longa negociação com os museus envolvidos. “Foram cinco anos de muitas tentativas e conversas com os detentores das grandes coleções de Dalí, para se concretizar as exposições do artista no Brasil, pela primeira vez com pinturas, e com maior concentração na fase surrealista”, revela Ricardo Ohtake, presidente da instituição.

Segundo Ohtake, o Instituto tem se destacado por realizar uma programação múltipla e independente, possível graças ao apoio de empresas que acreditam no poder da cultura e da arte na formação do país. “São parcerias que construímos em cada projeto” afirma. No caso da exposição de Dalí, foi fundamental o patrocínio em São Paulo, da Arteris, do IRB Brasil RE e da Vivo, o co-patrocínio da Atento e do Banco do Brasil e o apoio da BrasilCap, BrasilPrev, dos Correios, do Grupo Segurador BB Mapfre e da Prosegur.

INSTITUTO TOMIE OHTAKE APRESENTA – DESIGN DINAMARQUÊS – MESTRES E ÍCONES – DIA 20 DE AGOSTO, ÀS 20H

Mestres e Ícones inaugura uma parceria entre o Instituto Tomie Ohtake, a Agência Dinamarquesa para a Cultura e o Museu de Design da Dinamarca, que prevê uma série de exposições de designers dinamarqueses no Brasil e de brasileiros no país escandinavo.

Esta primeira mostra no Instituto Tomie Ohtake traz a proeminência do design dinamarquês construída no século XX até os dias de hoje, por meio de 50 peças – objetos e mobiliário. A exposição destaca principalmente cadeiras, por sublinhar o modernismo orgânico, adotado pelo país e que tornou o seu design especialmente original, diferente da rigidez racionalista praticada pela escola alemã.

A peça mais antiga da exposição é a luminária PH de 1926, do designer Poul Henningsen, também editor da revista Kritisk Revy (1926/28/29), crítica do formalismo técnico e estético do avant garde internacional ao qual chama de “modernistas tristes”.    Da conhecida era do ouro, os anos 50 e 60, a mostra reúne criações dos excelentes mestres que se destacaram internacionalmente, como: Finn Juhl, Hans Wegner e Arne Jacobsen e a ourivesaria de prata do fabricante Georg Jensen. Na década de 50, foi criado pelos dinamarqueses o sistema Lego, que está presente na exposição com peças daquela década e atuais. Entre os trabalhos dos anos 80 e 90 destacam-se as dos designers Jorgen Rasmussen, Verner Panton e Nanna Ditzel, enquanto do século XXI, as obras de Morten Voss, Louise Campbell, Foersom&Hiort-Lorenzen  e Christian Flindt sinalizam a continuidade da histórica excelência.

Neste pequeno, porém abrangente panorama do design dinamarquês, o curador Lars Dybdahl, do Museu de Design da Dinamarca, apresenta dez reflexões acerca da identidade desta produção. Esses pontos estão todos em jogo nos 50 objetos desta exposição, em termos de significado e uso.

1/O encontro com o novo que veio de fora – moderação no diálogo com o estrangeiro
2/Construir pontes – ”preservar a continuidade do desenvolvimento”
3/Habitabilidade – criação da atmosfera (nórdica)
4/Ferramenta estética, simplicidade e detalhes
5/Artesanato (artístico) como fonte de inovação para o design industrial
6/Valor simbólico e associativo
7/O perfil empático e social – foco no usuário
8/A postura antiautoritária – Ascensão para todos
9/O imperativo orgânico – sustentabilidade
10/O novo temperamento – design dinamarquês no contexto global

Brasileiros são destaque em leilão da Christie’s

Imagem: 

“O Casamento” (1995), de Beatriz Milhazes. Acrílico sobre tela, 121,9 x 124,8 cm

Os artistas brasileiros estão em alta na semana de leilões em Nova York, que enfoca a arte latino americana.

Na última terça-feira, dia 19, a Christie’s realizou seu leilão Latin American Art. A tela “O Casamento” (1995), de Beatriz Milhazes, foi a segunda mais cara da noite, vendida por US$ 1,025 milhão. “Women reaching for the Moon” (1946), do mexicano Rufino Tamayo, foi a mais cara do dia, arrematada por US$ 1,445 milhão.

Entre os quatro artistas vivos que bateram seus recordes individuais de venda, estão dois brasileiros: Abraham Palatnik e Tomie Ohtake. A tela “sequência Visual S-51” (1960’s) de Platnik foi vendida por US$ 785 mil, quase sete vezes mais do que o preço estimado (entre US$ 100 e US$ 150). Já o quadro “Untitled” (1979) de Tomie Ohtake alcançou US$ 81,250 (com estimativa anterior entre US$ 40 e US$ 60 mil).

Outro artista brasileiro que alcançou valor considerável foi Sérgio Camargo, com a obra “Relevo nº285” (1970), arrematada por US$ 749 mil.

O leilão foi considerado um sucesso e alcançou US$ 14,5 milhões, com 85% das obras vendidas, confirmando a grande demanda pela arte moderna e contemporânea latino-americana.

Com informações da Christie’s, Latin American Art e Yahoo Notícias

Fotos de Vernissage: Tomie Ohtake e Paul Ramirez na Galeria Nara Roesler

01 – Eda Miranda e Bianca  Cutait20130221_2071 |02 – Eduardo Lobo,Alexandre roesler e adriana Fontes | 03 – Eliana Finkelstein E Daniel Roesler | 04- Eliz Freitas e Diego Revollo | 05 – Evento | 06 –Fabio Miguez,Bella E Sergio Sister | 07- Gabriela Rebelo Alessandra Monteiro de Carvalho E Emmanuel Nassar | 08- Glória Guerra e Sylvia almeida Pinho | 09- Hideko Taguchi | 10- Jaques Faing e Daniel Roesler | 11- Jeanete Musatti | 12- Jorge da Cunha Lima e margarida da Cintra Gordin

01 – Eda Miranda e Bianca Cutait | 02 – Eduardo Lobo, Alexandre Roesler e Adriana Fontes | 03 – Eliana Finkelstein e Daniel Roesler | 04- Eliz Freitas e Diego Revollo | 05 – Evento | 06 –Fabio Miguez, Bella e Sergio Sister | 07- Gabriela Rebelo, Alessandra Monteiro de Carvalho e Emmanuel Nassar | 08- Glória Guerra e Sylvia Almeida Pinho | 09- Hideko Taguchi | 10- Jaques Faing e Daniel Roesler | 11- Jeanete Musatti |
12- Jorge da Cunha Lima e Margarida da Cintra Gordin

01 –Abigail Tatit e Laura Vinci | 02 – Alexandre e Nara Roesler | 03 – Alexandre Roesler e Fabiana Sonder | 04 – Arthur Lescher | 05 – Beto e Veridiana Dhelomme e Maica Sverner | 06 – Bia Rosa, Fabiana Sonder e Andrea Bonamigo | 07 – Bruno Weege e Ketiulyn Burigu | 08 – Candido Pessoa e Marco Paulo Rolla | 09- Caroline Chow e Fernando Arcon | 10- Cassia Nunes e Maria Cecilia Suguiyama | 11- Claudia Sender, Paul Ramirez jonas e Jean – Claude | 12- Claudio Tozzi e Nara Roesler

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Fotos de:  Leda Abuhab

Fotos de Vernissage: Abertura no dia 28/03 “Encontros: Tomie Ohtake e Nobuo Mitsunashi” e “Olhares olbliquos”

01 –Kimi Nii| 02 –Jessica Lisovich, Cristian Lisovich e Rafael Lopes| 03 –Ken Mabe e Neuza Yukie| 04-Tiago Santos, Tomie Ohtake e Nobuo Mitsunashi| 05 – Tomie Ohtake e Nobuo Mitsunashi | 06 –Lia Chaia | 07-Tomie Ohtake e João Spinelli | 08-Hideko Suzuki e Henrique Miziara| 09-Celia Saito

01 –Sonia Cinto e Adrianne Gallinari| 02 –Tereza Salazar| 03 –James Kudo, Silvio Tobias e Alex Bertini| 04-Rui Ohtake e Emaoel Araújo| 05 –Jorge Utsunomiya e Vera Sujisaki

Fotos de Vernissage: “Pinturas Cegas”, no Instituto Tomie Ohtake

Instituto Tomie Ohtake

01 – Hector Ramos e Gary Hattem, do Deutsche Bank, e Ricardo Ohtake | 02 – Hilda Araujo, Paulo Petrarca e Berenice Arvani | 03 – Nara e Alexandre Roesler | 04 -Marco Weinstock e Julio Landman | 05 – Vitoria Arruda (Diretora do Instituto) com Paulo Herkenhoff, curador da exposição | 06 – Yael com Gabriel, Luana e seu marido Claudio Steiner | 07 – Kimi Nii | 08 – Helio Goldsztejn | 09 – Fernanda Eva | 10 – José Guilherme Ataide (cônsul de Portugal), Silvia Leme Jarne e Jan Jarne (cônsul geral da Finlândia) | 11 – Ruy e Elisa Ohtake

Instituto Tomie Ohtake

01 – Shelly Herscovici | 02 – Ana Tereza Cunha Bueno e Max Reichel | 03 – Leda Catunda | 04 – Andrés Bukowinski e Ana Claudia Dias | 05 – Paulo Cesar Pareio | 06 – Monica Bredas e Ricardo Neto | 07 – Regina Silveira e Ana Tomé | 08 – Marco Weinstock e Maria Herminia Weinstock | 09 – Ieda Britto

Instituto Tomie Ohtake

01 – Alda Marco Antonio e Marcia Umeoka | 02 – Attilio Baschera e Gregorio Kramer | 03 – Carlos Bratke | 04 – Fabio Delduque | 05 – Rodrigo Ohtake e Fernanda Yamamoto | 06 – Flavia Daud e Gina Elimelek | 07 – Fernando Autran e Sofia Kozma | 08 – Valu Oria | 09 – Baby Gras | 10 – Jose Luiz Pistelli

Fotos: Denise Andrade