Vídeo: 60 obras em 60 segundos – Armory Show

Com mais de 200 expositores, a edição de 2016 da Armory Show, que acontece até 6 de março, é uma sinfonia visual. Neste vídeo você confere algumas das obras de destaque em exposição no Pier 94, dedicado à arte contemporânea.

Via Blouin ArtInfo

Anúncios

Choque Cultural destaca obras de arte pública em seu projeto LabCidade

Inaugurada no dia 25 de janeiro, a mostra LabCidade tem forte caráter experimental traz artistas que exploram novas formas de uso do espaço público e das mídias tecnológicas. Na abertura, uma mesa de debates sob o tema “A cidade que queremos” o Secretário da Cultura Nabil Bonduki, Leonor Amarante, Anna Dietzsch, Felipe Lavignatti e Andre Deak, entre muitos outros participantes durante todo o dia.

O vídeo Surveillance de Regina Silveira, projetado num paredão próximo à galeria dá o tom da mostra, que tem ainda fotos lenticulares de BijaRi, esculturas e neon de Ale Jordão, balcão de doces-esculturas de Mariana Martins, drone-vídeos sobre pinturas feitas no asfalto de Tec e um mural com vídeo-pintura de Daniel Melim. Outras obras dos artistas Rafael Silveira, Jaca e Matias Picon estão também presentes na exposição com paredes e salas especiais.

A exposição segue até o final de fevereiro e terá novos eventos específicos de projeção na rua e mesa de debates.

 

 

Quem são os dez mais artistas mais caros em atividade na Europa?

richter

Gerhard Richter, Abstraktes Bild (1986). Foto: Sotheby’s

Assim como os artistas europeus tiveram os melhores desempenhos nos leilões de 2015, a arte contemporânea também permanece como o segmento mais lucrativo do mercado de arte.

Com base em seu banco de dados, o portal Artnet levantou quais foram os dez artistas europeus (ainda em atividade) mais caros vendidos em leilão durante 2015. Os resultados apontam que o mercado para artistas europeus contemporâneos manteve-se forte, sendo que metade dos nomes do ranking é de artistas britânicos. Um novo recorde estabelecido para Lucio Fontana e a maior retrospectiva já realizada em museu do artista Alberto Burri, no Guggenheim, revelam a busca por artistas e arte italianos do pós-guerra; como reflexo, quatro italianos aparecem neste Top 10.

Em primeiro lugar, aparece Gerhard Richter, o único representante alemão do ranking. Segue a lista completa:

01 Gerhard Richter Sotheby’s Londres Abstraktes Bild (1986) US$ 46.352.959,12
02 Peter Doig Christie’s NY Swamped (1990) US$ 25.925.000,00
03 Giovanni Anselmo Christie’s NY Tosione (1968) US$ 6.437.000,00
04 David Hockney Sotheby’s Londres Arranged Felled Trees (2008) US$ 5.305.352,63
05 Rudolf Stingel Phillips NY Untitled (2012) US$ 4.757.000,00
06 Damien Hirst Christie’s Londres Lullaby Winter (2002) US$ 4.645.903,14
07 Chris Ofili Christie’s Londres The Holy Virgin Mary (1996) US$ 4.532.945,43
08 Michelangel Pistoletto Christie’s NY Biennale 66 (1966) US$ 3.861.000,00
09 Frank Auerbach Sotheby’s Londres Head of Gerda Boehm (1961) US$ 3.468.686,55
10 Maurizio Cattelan Christie’s Londres Ostrich (1997) US$ 2.419.405,57

 

 

Paço Imperial no Rio de Janeiro recebe sete exposições individuais

Pinturas, esculturas, instalações e desenhos poderão ser vistas neste grande bloco de exposições individuais, que ocuparão o Paço Imperial entre 18 de dezembro e 28 de fevereiro. Os sete artistas contemporâneos que apresentam suas obras são José Bechara, Célia Euvaldo, Renata Tassinari, David Cury, Cristina Salgado, Bruno Miguel e Amalia Giacomini.

Confira mais detalhes de cada mostra:

José Bechara | Jaguares
O artista carioca ocupa a sala do térreo do Paço com sete pinturas em três dimensões. Intitulada “Jaguares”, a exposição de trabalhos inéditos e recentes, em grandes formatos, resulta da pesquisa de dois anos do artista sobre limites da pintura. Ele usa materiais como vidro, papel glassine, mármore, lâmpada e cabos de aço.

Junto com as pinturas tridimensionais estará “Miss Lu Silver Super-Super” (2013), da série “Esculturas gráficas”, de 2009, incluída aqui por trazer questões também relativas à gravidade semelhantes às das obras com planos de vidro.

Célia Euvaldo | Colagens e Pinturas
A exposição apresenta conjuntos de cinco colagens e de cinco pinturas, datados de 2013 a 2015. Nas colagens, utiliza materiais de diferentes consistências, como consequência de suas experiências recentes sobre a massa e o peso da tinta. Nas pinturas em óleo sobre tela, Célia usa as pinceladas e espatuladas para preencher toda a tela. Diferentemente de obras anteriores, em que parte da tela não era pintada, a superfície dos trabalhos recentes é toda recoberta com tinta preta. As pinturas, diz Celia, se estendem para dentro como buracos negros, e também se modificam como as colagens, não fisicamente, mas com a incidência de luz e o ângulo do olhar do espectador.

Renata Tassinari
São 16 trabalhos, entre pinturas de grandes dimensões sobre acrílico e desenhos em óleo sobre papel japonês, inéditos no Rio de Janeiro, celebrando 30 anos de carreira. A curadoria de Vanda Klabin fez um recorte da última década de produção da artista para esta exposição no Paço Imperial.

David Cury | A vida é a soma errada das verdades
David Cury descreve conceitualmente sua instalação inédita, que ocupa três espaços do Paço Imperial, como uma “paisagem cívica negativa”. O eixo do trabalho são 15 textos irônicos sobre três formas de violência incorporadas ao nosso cotidiano: a social, a política e a moral. Seja de senso metafórico, filosófico ou lírico, cada uma delas quer ser um aforismo. Aqui a palavra quer valer por uma imagem, em confronto com uma imagem vale por mil palavras.

Cristina Salgado | No Interior do Tempo
A artista apresenta uma instalação composta pela série Poemas visuais interiores (2015) – cerca de vinte desenhos em guache e impressão sobre papel de algodão, partindo de ilustrações apropriadas de um livro de anatomia seccional humana. Esses poemas visuais estão instalados sobre duas longas paredes laterais da sala.

Bruno Miguel | Essas pessoas na sala de jantar
Com curadoria de Bernardo Mosqueira, o artista Bruno Miguel apresenta duas instalações inéditas: “Essas pessoas na sala de jantar” e “Cristaleira”.

Amalia Giacomini | Viés
Nesta individual, Amalia apresenta sete obras, entre as quais duas instalações inéditas. Entre os trabalhos de parede, está “Dobra”, feito por linhas elásticas, que moldam uma forma curva de vazio entre duas paredes.

 

As personalidades mais influentes do mundo das artes

Patricia Phelps de Cisneros

A colecionadora Patricia Phelps de Cisneros é detentora de uma proeminente coleção de arte moderna e contemporânea latino-americanas, influenciando o cenário internacional através de uma série de comitês aquisitivos de instituições renomadas.

Este ano, presenciamos grandes recordes ultrapassados em leilões grandiosos e o aumento significativo do número de visitantes nas feiras internacionais de arte, que vêm se multiplicando ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, a arte e a cultura pop mantêm-se em intersecção e influência mútua de maneira curiosa.

Não há dúvidas de que o cenário das artes visuais é uma força poderosa na sociedade contemporânea, mas quem são os indivíduos mais influentes nesta engrenagem? De mecenas bilionários a curadores, de colecionadores a artistas celebrados internacionalmente, o portal Artnet criou uma lista com os nomes mais influentes do mundo das artes.

No ranking, surgem nomes como o dos artistas Ai Weiwei, Anish Kapoor, Cecily Brown, Cindy Sherman, Jeff Koons, Marina Abramovic, Takashi Murakami e Yayoi Kusama. Grandes marchands como Monika Sprüth e Philomene Magers, Marian Goodman, Marc e Arne Glimcher, Larry Gagosian, Jay Jopling, Iwan e Manuela Wirth, Thaddaeus Ropac também se destacam.

Nomes de grandes colecionadores, curadores, críticos de arte, diretores e presidentes de museus, feiras e instituições internacionais compõem o ranking.

Confira a lista completa:

Continuar lendo

Christie’s dedica dois dias às vendas de Arte Latino Americana

“Espelho D’Água”, de Adriana Varejão, tem preço inicial estimado entre US$ 300 e US$ 500 mil

Em meio a um crescente interesse pela arte latino-americana nos principais museus americanos e europeus, a Christie’s (Nova York, Rockefeller Plaza) oferece em dois dias lotes excepcionais de artistas que incluem Joaquín Torres-García, Matta, Fernando Botero, Rufino Tamayo, Claudio Bravo e Wifredo Lam. As obras oferecidas nas vendas dos dias 20 e 21 de novembro vão desde o período colonial ao contemporâneo, incluindo um grande número de obras importantes de alguns dos principais artistas brasileiros da atualidade.

Os principais destaques incluem uma obra ricamente colorida de Tamayo, “Tres Personajes” (1970), estimada entre US$ 1,5 e US$ 2 milhões. Outro destaque é “Composition Nord – Art Constructif” (1931), de Torres-Garcia, com valor inicial calculado entre US$ 1,5 e US$ 2 milhões. Além desta, outra pintura importante de Torres-Garcia será oferecida: “Constructif avec poisson ocre” (1929), com valor inicial entre US$ 600 e US$ 800 mil.

Na seleção de obras de artistas brasileiros, destacam-se “Espelho D’Água” (2008) de Adriana Varejão, com estimativa entre US$ 300 e US$ 500 mil; uma obra sem título de Os Gêmeos, com valor inicial entre US$ 200 e US$ 300 mil; e “A Praça” (1985), de Luiz Zerbini, com estimativa entre US$ 80 e US$ 120 mil. Obras de artistas como Di Cavalcanti, Volpi, Beatriz Milhazes, Vik Muniz, Cildo Meireles, Leda Catunda, Tunga, Antonio Dias, e Waltercio Caldas também vão a leilão.

Com informações da Christie’s e Artdaily